Informações ao paciente

A Cirurgia Ortognática é um procedimento que visa a correção da posição dos ossos da face (maxila, mandíbula e mento). Este procedimento é destinado aos pacientes portadores de alterações no crescimento do esqueleto facial.

Os pacientes podem possuir diversos tipos de alterações no crescimento como: Deficiência no crescimento da maxila, mandíbula e/ou mento (queixo). Assim como o excesso de crescimento pode ocorrer também nestes ossos da face.

A cirurgia hoje em dia é muito previsível com os avanços tecnológicos. Na nossa prática oferecemos para os nossos pacientes o planejamento virtual 3D, que traz mais segurança na condução do caso cirúrgico.

Inicialmente, deve-se realizar uma consulta com seu cirurgião, para então o mesmo realizar o diagnóstico e solicitar os exames para seguimento do planejamento de sua cirurgia e dar todas as orientações pertinentes ao caso.

Estima-se que entre 40% população mundial apresenta algum sinal ou sintoma de DTM (disfunção da articulação Temporomandibular).

A ATM é responsável pelos movimentos da boca (abrir e fechar, possibilitando assim a fala e mastigação). 

Quando existe algum desequilíbrio nesta unidade, o paciente então apresenta alguma disfunção, sendo na maioria das vezes: dor (próximo ao ouvido, região das têmporas e até cervical), travamento bucal, dificuldade para abrir ou fechar a boca e ruídos articulares (estalidos e crepitações).

O exame físico é imprescindível para um correto diagnóstico afim de estabelecer se o tratamento será somente clínico ou cirúrgico, e na maioria dos casos é necessário algum exame complementar de imagem para a correta condução do caso.

Estima-se que no Brasil por ano tenha 4 mil novos nascimentos de bebês com algum tipo de fissura.

As fissuras podem acometer tanto o lábio, palato (céu da boca), rebordo alveolar ou uma fenda maior que abrange toda essas estruturas, sendo unilateral ou bilateral.

O tratamento é cirúrgico para reconstrução dos tecidos afim de devolver estética e função aos pacientes.


O tratamento obrigatoriamente é multidisciplinar  envolvendo acompanhamento com pediatra, cirurgião plástico, otorrino, psicólogo e fisioterapeuta.

No complexo maxilomandibular, várias lesões podem ocorre oriundas da má formação das estruturas dos dentes.

Sendo assim, os tumores e cistos odontogênicos, acometem tanto a maxila quanto a mandíbula, sendo na maioria dos casos benignos (não sendo câncer). 

A descoberta da presença de uma lesão deste tipo por muitas vezes é durante uma consulta inicial com seu cirurgião após a solicitação de um exame radiográfico, pois, as lesões em sua maioria se apresentam de maneira assintomática (sem dor). 

O diagnóstico correto é imprescindível, sendo obrigatório uma biópsia para confirmar o diagnóstico e determinar o plano de tratamento correto.

A SAOS (síndrome da apneia obstrutiva do sono) é uma doença que traz como consequência a interrupção ou cessamento da respiração por alguns segundos durante a noite de sono.

Como repercussão vários sintomas são presentes, sendo alguns deles: dor de cabeça, dificuldade de concentração, perda de libído e sonolência excessiva diurna.

Para o manejo desta doença, quando possível, é importante que o paciente realiza o exame de polissonografia para estudarmos o padrão do sono afim de diagnosticar a severidade da doença e assim, elegendo o tipo de tratamento, que por sua vez pode ser conservador (aparelho intra-orais, CPAP, medidas comportamentais) e  até procedimentos cirúrgicos (cirurgias de estruturas mole e cirurgia ortognática).

A harmonização facial tem como objetivo reestabelecer a beleza dos tecidos que foram envelhecidos ao longo do tempo.

Vários procedimentos existem para devolver o equilíbrio à essas estruturas.

 Aplicação de botox, ácido hialurônico, bichectomia, lipoaspiração da gordura submentoniana (gordura em baixo do queixo, conhecida como papada) e aplicação de estimuladores de colágeno são alguns dos procedimentos realizados.

Devido à perda dentária e a falta de reabilitação, existe um processo natural de reabsorção óssea e por sua vez impossibilita que o paciente faça algum tipo de procedimento cirúrgico para colocação de implantes dentários.

Sendo assim é necessário que seja realizado uma reconstrução óssea para ganhar altura e/ou espessura óssea afim de ter um arcabouço (osso) suficiente para implantação dos implantes dentários.

Esses enxertos podem ser autógenos (do próprio paciente), heterógenos (outra pessoa), xenógeno (osso bovino) ou aloplásticos (hidroxiapatita).

Uma das cirurgias mais comuns no consultório, a cirurgia para extração do siso (dente do juízo).

Deve ser realizada entre os 16 - 19 anos, pois nesta idade, o dente do siso não está totalmente formado, então facilita o procedimento cirúrgico diminuindo os riscos da cirurgia. 

A cirurgia de implantes dentários visa a reconstrução do dente que foi perdido através da colocação de implante dentro do osso alveolar e posteriormente reabilitado com uma cora protética.

A cirurgia de implante pode ser apenas unitária, ou múltiplos implantes.